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Garagem, barulho, uso abusivo da área de lazer. Esses são alguns dos motivos que podem gerar embate entre vizinhos. Apesar de inerente à coletividade, a convivência harmoniosa seja em condomínios ou casas está cada vez mais difícil, afirmam pessoas que lidam com esses problemas no dia a dia

Foto: Flávio Tavares. | Gilberto conta que muitos síndicos já renunciaram aos cargos por serem ameaçados
Esse tipo de intolerância veio à tona esta semana, quando pelo menos dois casos trágicos foram registrados na Grande BH. Na região Oeste da capital, a síndica de um condomínio foi assassinada por uma moradora do prédio no Natal após uma discussão.

Apesar de não ter números, a percepção de especialistas é de que as ocorrências estão se agravando. “Além da frequência maior dos conflitos, o que preocupa é a intensidade. As pessoas estão muito intolerantes. É necessário muito jogo de cintura”, observa Gilberto Vespúcio, administrador de condomínios.

Síndico profissional, Neilson Nogueira convive diariamente com o medo e diz que conflitos são corriqueiros. Responsável por mais de dez condomínios, ele afirma que as ameaças são frequentes e teme por mais tragédias. “As pessoas são egoístas e não aceitam repreensão, mesmo dentro da lei”.

Recentemente, Nogueira foi ameaçado durante uma vistoria em um apartamento. O morador não aceitou as considerações feitas pelo síndico e disse que o agrediria se voltasse ao local.

Recomendações

A emissão de comunicados gerais, não direcionados a um morador específico, é a dica para evitar embates diretos. “As circulares alertam para o problema e quem está praticando aquilo pode se sentir tocado e resolver o incômodo. Sem solução, a indicação é a advertência”, explica Gilberto Vespúcio. 

De acordo com o presidente da Comissão de Direito Imobiliário da Ordem dos Advogados do Brasil de Minas Gerais (OAB-MG), Kênio Pereira, fingir que o infortúnio não existe agrava a situação.

Para garantir o cumprimento das normas, o advogado diz ser preciso um regulamento interno rígido e bem embasado, além de uma ação rápida por parte da pessoa desrespeitada. A falta de solução pode resultar em multa ou até expulsão do infrator. “Apesar da lei brasileira não mencionar expressamente sobre a expulsão do morador, ela é viável depois de se esgotarem todas as demais possibilidades”.

Chefe da Sala de Imprensa da PM, major Flávio Santiago diz que o ideal, em casos fora de controle, é acionar o 190 para que uma ocorrência seja registrada e não haja violência. Segundo ele, muitos casos dentre os inúmeros chamados diários referem-se a conflitos entre vizinhos.

Fonte: Hoje Em Dia.
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Blog do Paulo Roberto Melo

[name=Blog do Paulo Melo] [img=https://2.bp.blogspot.com/-SMQa2r91n1w/WxcuM5dFiAI/AAAAAAAAHbE/-xMkvHecaMMxZr2u27V4lWwHMKY6IgyqgCK4BGAYYCw/s0/BLOG-DO-PAULO-MELO-ELEI%25C3%2587OES-2018.png] [description=Sou formado em Gestão Pública pela UCDB e Gestão Empresarial na UNIPLAN, já cursei Ciência Política na UDF, trancando no 3° período. Também cursei Ciências Contábeis na UPIS.Tenho pos graduação em Gerenciamento de Projetos pela Uniandrade e MBA em Marketing pela FGV..] (facebook=Facebook.com) (twitter=Twitter.com) (instagram=Instagram.com) (bloglovin=Blogvin.com) (pinterest=Pinterest.com) (tumblr=Tumblr.com)