quarta-feira, 26 de abril de 2017

Deputado acredita que LUOS resolverá problemas fundiários

O deputado Bispo Renato Andrade (PR) afirmou na sessão ordinária desta quarta-feira (26) da Câmara Legislativa que a Lei de Uso e Ocupação do Solo (LUOS) é a grande esperança para resolver os problemas fundiários do Distrito Federal

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O distrital disse que ouviu de representantes do GDF que o projeto de lei da LUOS será encaminhado à Câmara ainda no primeiro semestre.

Na opinião do parlamentar, a proposta terá que ser analisada cuidadosamente pelas comissões temáticas e também discutida com a população por meio de audiências públicas. O deputado observou que a regularização é um problema antigo e que atinge vários segmentos, até mesmo o próprio governo.

Bispo Renato citou como exemplo o hospital do Gama, que existe há 30 anos, e não é regularizado. "O que de fato é regular no DF?", questionou o deputado.

O deputado Wasny de Roure (PT) também abordou o tema da questão fundiária e chamou a atenção uma programação prevista pela Agefiz para remoção de cerca de 70 famílias que moram no Setor de Oficinas Sul. O deputado pediu a atenção dos colegas para o problema, que, segundo ele, precisa ser tratado com equilíbrio pelo governo. Segundo o distrital, algumas famílias vivem no local há mais de 30 anos.

Guará – O deputado Rodrigo Delmasso (Podemos) destacou o aniversário do Guará, que acontece no próximo dia 5 de maio. O deputado lembrou que é morador da cidade e apresentou um relato das ações do seu mandato voltadas para aquela localidade.

Reforma – Ainda na sessão desta quarta-feira, o deputado Chico Vigilante (PT) declarou que ficou assustado com o que leu no relatório do projeto de reforma trabalhista aprovado pela Câmara dos Deputados. Vigilante disse que ficou espantado com a "coragem dos golpistas". "Nem a ditadura teve coragem de fazer isso com os trabalhadores. Esta reforma é absurda, mentirosa e não vai gerar nenhum emprego", disse o deputado.

Vigilante também criticou a passividade do Congresso Nacional e previu que os deputados que votarem a favor da proposta não vão sobreviver politicamente. "Se continuarmos neste rumo, viveremos tempos de convulsão social", completou, reforçando a importância da greve geral marcada para a próxima sexta-feira (28) que, segundo ele, será a "maior da história".

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