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Apesar dos protestos de pequena parte da população contra as medidas de isolamento, medidas de Ibaneis são a melhor saída para evitar o caos no sistema de saúde, como aconteceu em Manaus



Segundo monitoramento da Secretaria de Saúde, a taxa de ocupações dos leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) para tratamento de pacientes com Covid-19 no DF chegou a 97,46% neste domingo (28). Pensando nisso, o governador Ibaneis Rocha decidiu adotar medidas restritivas para conter o avanço da doença e preservar leitos de hospitais. Ao todo, a rede pública de saúde do Distrito Federal tem 206 leitos de UTI para tratar pacientes com o novo coronavírus. Desses, 192 estão ocupados. Há 22 pessoas neste momento com suspeita ou confirmação da Covid-19 à espera de um leito no DF.

Ibaneis usou seu Twitter para explicar e lamentar a decisão de um novo lockdown no DF. Ele diz não estar feliz com a medida, mas afirma ser necessário para frear a disseminação da doença.

“Decretamos lockdown total hoje depois de reunião com técnicos da Secretaria de Saúde. A medida já passará a valer a partir da meia-noite de domingo. Nós, infelizmente, tivemos que optar pelo fechamento total do comércio porque a taxa de ocupação de leitos ultrapassa os 98%”, disse o governador na primeira publicação.

Logo após, Ibaneis completou: “Não fico feliz com a decisão, sei que vai impactar na vida de milhares de pessoas, mas é necessário frente à gravidade da situação. Ficam proibidos de funcionar estabelecimentos como bares, restaurantes, museus, academias, etc. Serão mantidas apenas as atividades essenciais”.

São necessárias medidas tão duras?

De acordo com estudos ao longo de um ano de convivência com a pandemia pelo mundo, só há uma medida totalmente eficaz para se combater o avanço da Covid-19, que é o isolamento total da população. Assim, se evitaria o contagio e disseminação tão rápida da doença pelo mundo. Com 97,46% de leitos ocupados no DF, o chefe do Executivo local tomou essa decisão ao pensar na saúde da população do Distrito Federal que enfrenta um colapso na saúde.

O total de óbitos chega a 4.831, e os infectados somam 295.615, segundo dados da Secretariaria da Saúde (SES-DF).

Embora haja resistência de parte da população quanto às medidas de isolamento social, deve-se ter em mente que o fechamento da economia é a única medida realmente eficiente para evitar a disseminação do vírus da Covid-19. É fundamental a preservação de vidas, num momento em que estão ocorrendo milhares de mortes e as famílias sequer estão podendo se despedir de seus entes queridos.

Leia também: COVID-19: Vacinação de idosos entre 76 a 78 anos começa nesta sexta-feira (26), no DF

Benefícios

Sobre os questionamentos a respeito das atitudes do GDF com relação a crise sanitária de Covid-19, o Governo do Distrito Federal criou no meio do ano passado o Renda Emergencial, programa que previa pagamento de R$ 408, por dois meses, a famílias que não eram beneficiárias de outras iniciativas, como auxílio emergencial do governo federal ou Bolsa família. Com isso, o GDF, só na primeira fase do projeto beneficiou cerca de 5,6 mil famílias na capital.

Além disso, convocou profissionais da saúde para trabalhar na linha de frente em combate à doença. Os profissionais foram contratados para reforçar o atendimento à população do Distrito Federal. Na primeira convocação, foram chamados 500 profissionais.

Até na sexta-feira (26), 130.547 pessoas já haviam sido vacinadas na capital. Pensando na população foi criado o agendamento a distância “para evitar filas e aglomerações”.

Primeiro lockdown

Em março de 2020, quando o novo coronavírus estava se espalhando pelo Brasil, Ibaneis não pensou duas vezes e decretou o lockdown na capital federal, para preservar as vidas dos brasilienses. Com o medo do desconhecido, houve boa adesão às medidas de isolamento social. Porém, ontem, no primeiro dia do novo lockdown, segundo dados do Mapa Brasileiro da Covid-19, a taxa de isolamento no DF foi de 39,1%, ou seja, foi quase igual à taxa de fevereiro do ano passado, ou seja, antes do início do primeiro lockdown.

Se não houvesse medidas de isolamento social, a situação do DF poderia ficar caótica, com colapso do sistema de saúde, assim como aconteceu em Manaus. Na capital amazonense, em 26 de dezembro de 2020, o governador Wilson Lima havia decretado lockdown em virtude da gravidade do sistema de saúde. No entanto, houve protestos dos comerciantes contra as medidas de isolamento e Lima voltou atrás de sua decisão. Com isso, o sistema de saúde colapsou e ocorreram diversas mortes e transferências de pacientes para outros estados e para o DF, que tinha leitos disponíveis para recebe-los.

Com a decretação do lockdown, o governador Ibaneis demonstra grande preocupação com a vida dos brasilienses, exercendo o seu papel de chefe de Estado em proteger a população na crise do novo coronavírus, diante do impacto da pandemia no sistema de saúde do DF.

Fonte: é de Brasília.
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Blog do Paulo Roberto Melo

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