-->

Theme Layout

Theme Translation

Trending Posts Display

Home Layout Display

Posts Title Display

404

Página não encontrada

Início

Foto Mart Production


Rastreamento na gravidez pode diagnosticar doenças raras 

 Avaliação com especialista em Medicina Materno-fetal pode diagnosticar doenças e detectar a evolução de problemas que possam prejudicar o bem estar materno e fetal  

 

Cerca de 13 milhões de brasileiros possuem doenças raras, de acordo com o Ministério da Saúde. Na definição da OMS, doenças raras são aquelas que afetam até 65 pessoas a cada 100 mil indivíduos. Estima-se que haja 8 mil tipos de enfermidades classificadas como raras no mundo. A medicina materno-fetal pode auxiliar no diagnóstico de algumas destas doenças ainda intra-útero.  

 

“A malformação fetal, de maneira geral, é por si só algo relativamente raro, equivalendo a cerca de 1% dos bebês nascidos vivos. Algumas malformações possuem origem genética, outras são alterações estruturais isoladas ou até mesmo desenvolvidas por conta de infecções. A ultrassonografia é um método muito eficaz para buscarmos estas alterações, avaliando o desenvolvimento adequado do bebê e aquilo que foge do adequado”, explica o coordenador de medicina materno-fetal da Maternidade Brasília Matheus Beleza. 

 

De acordo com o médico, com o rastreio pela ultrassonografia, há uma taxa de 70% a 80% de detecção precoce de malformações. Nas ecografias morfológicas, a chance de descoberta aumenta, chegando a 94% a depender da malformação e do sistema envolvido. 

 

“Algumas malformações, como por exemplo defeito de fechamento da parede abdominal, defeitos cerebrais severos, defeitos severos da coluna e tumores fetais, têm taxa de detecção de até 100% quando são muito evidentes. Com isso, dividimos as malformações de acordo com cada sistema. Alguns são mais fáceis de detectar alterações e outros mais difíceis, dependendo da forma e momento em que aparecem. Em alguns casos, sinais discretos  apenas já são um alerta para direcionar o cuidado e a atenção a esse bebê e a essa gestação”, explica.  

 

Entretanto, de acordo com o ginecologista, a capacidade de diagnóstico por meio da ultrassonografia não se relaciona diretamente às doenças mais raras, mas sim às doenças mais frequentes na mãe e que são as mais preocupantes. “Como exemplo temos o rastreamento para a pré-eclâmpsia precoce, que é o diagnóstico da pressão alta na gestação. Está é uma doença muito frequente e que pode causar sérios riscos de lesão para a mãe e no desenvolvimento do bebê. Desta maneira damos muito destaque à sua detecção para que seja possível uma intervenção o mais precocemente possível”, alerta. 

 

Matheus Beleza afirma que diversas doenças maternas também podem causar problemas no feto, como a restrição de crescimento e dificuldade de vascularização fetal, alterando o seu bem-estar. Segundo o médico, este rastreio deve ser feito no pré-natal e iniciado precocemente, entre 11 e 14 semanas no exame morfológico de primeiro trimestre. 

 

“Um bebê que cresce demais, uma placenta que não oferece nutrientes e oxigênio  adequadamente, um líquido amniótico muito aumentado são algumas das alterações vistas no ultrassom que podem ser consequência de doenças maternas e que podem ser detectadas ainda no útero. Não podemos esquecer do rastreamento de prematuridade, que se faz pela medida do colo uterino no segundo trimestre, entre 20 e 24 semanas, para poder chegar a um cálculo de risco (estimar se ter um parto prematuro é alto ou baixo risco). Lembro que a prematuridade é um dos principais problemas em obstetrícia como um todo”, aponta. 

 

O ginecologista ainda destaca que a intenção do setor de medicina materno fetal é avaliar o bem-estar dos bebês e fazer o rastreamento de doenças, raras ou não. “Tentamos buscar alterações do bem-estar, fatores de risco para a mãe e para as doenças mais prevalentes e de maior risco, como: a pré-eclâmpsia, a prematuridade, diabetes gestacional e as malformações cardíacas e genéticas. Nesse contexto, observar a mãe de maneira cuidadosa nos direciona para um cuidado mais específico, atencioso e com uma frequência de consultas diferentes daquelas que acontecem em pré-natal de baixo risco”, finaliza. 

 


Leave A Reply

Blog do Paulo Roberto Melo

[name=Blog do Paulo Melo] [img=https://2.bp.blogspot.com/-SMQa2r91n1w/WxcuM5dFiAI/AAAAAAAAHbE/-xMkvHecaMMxZr2u27V4lWwHMKY6IgyqgCK4BGAYYCw/s0/BLOG-DO-PAULO-MELO-ELEI%25C3%2587OES-2018.png] [description=Sou formado em Gestão Pública pela UCDB e Gestão Empresarial na UNIPLAN, já cursei Ciência Política na UDF, trancando no 3° período. Também cursei Ciências Contábeis na UPIS.Tenho pos graduação em Gerenciamento de Projetos pela Uniandrade e MBA em Marketing pela FGV..] (facebook=Facebook.com) (twitter=Twitter.com) (instagram=Instagram.com) (bloglovin=Blogvin.com) (pinterest=Pinterest.com) (tumblr=Tumblr.com)