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O programa da Secretaria da Mulher ofereceu uma programação especial para a comunidade durante toda a semana



Na tarde da sexta-feira (10), o carro de som de Planaltina transmitiu uma mensagem diferente. Desta vez, moradores e trabalhadores da região central da cidade foram informados sobre onde buscar ajuda em casos de violência contra mulheres.A secretária da Mulher, Ericka Filippelli, se juntou a representantes do governo e às lideranças de Planaltina para percorrer a rodoviária e o comércio central da cidade para entregar folders e cartazes com mapas dos doze equipamentos públicos que recebem denúncias e prestam atendimento às vítimas de violência doméstica na região administrativa

“O nosso objetivo é mobilizar a população e fortalecer a rede de enfrentamento à violência contra as mulheres. Então, queremos apresentar os locais onde as moradoras de Planaltina podem procurar ajuda, denunciar e receber apoio e acompanhamento psicossocial. Muitas, infelizmente, desconhecem essa rede e não sabem onde pedir ajuda”Ericka Filippelli, secretária da Mulher

Este é um dos objetivos do programa “Jornada Zero Violência Contra Mulheres e Meninas”, uma parceria da Secretaria da Mulher com a Secretaria de Segurança Pública e com o Fundo de População das Nações Unidas, que tem o desafio encontrar caminhos para pôr fim à violência de gênero.

A secretária da Mulher, Ericka Filippelli, se juntou a representantes do governo e às lideranças de Planaltina para percorrer a rodoviária e o comércio central da cidade para entregar folders e cartazes com mapas dos doze equipamentos públicos que recebem denúncias e prestam atendimento às vítimas de violência doméstica na região administrativa.

No material, o público recebe telefones e endereços de onde podem denunciar e prevenir este tipo de crime, como nas Seções de Atendimento à Mulher das 16ª e 31ª Delegacias de Polícia; nos Centros Especializados de Atendimento à Mulher (Ceam); nos Núcleos de Atendimento à Família e aos Autores de Violência Doméstica (NAFAVD), no Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas), entre outros.

“O nosso objetivo é mobilizar a população e fortalecer a rede de enfrentamento à violência contra as mulheres. Então, queremos apresentar os locais onde as moradoras de Planaltina podem procurar ajuda, denunciar e receber apoio e acompanhamento psicossocial. Muitas, infelizmente, desconhecem essa rede e não sabem onde pedir ajuda”, explicou a secretária da Mulher, Ericka Filippelli, que ajudou a distribuir os mapas à população.
“A violência não é só física, que deixa marcas no corpo. Muitas vezes, ela é silenciosa e causa consequências na mente. Nossa jornada é para conscientizar sobre todos os tipos de violência de gênero e mostrar que o governo oferece o apoio necessário para as mulheres vítimas desse crime”Irina Storni, subsecretária de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres

Durante uma semana, a população recebeu visitas das equipes da Secretaria da Mulher, com o apoio da administração da cidade, para levar à comunidade palestras e debates com objetivo de reforçar a importância do combate à violência contra a mulher e para mostrar quais os caminhos disponíveis de proteção e de acolhimento das vítimas.

“A violência não é só física, que deixa marcas no corpo. Muitas vezes, ela é silenciosa e causa consequências na mente. Nossa jornada é importante para conscientizar sobre todos os tipos de violência de gênero e mostrar que o governo oferece todo o apoio necessário para as mulheres vítimas desse crime”, reforçou a subsecretária de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres, da SMDF, Irina Storni.

A caminhada pelo comércio local encerrou o “Jornada Zero Violência contra Mulheres e Meninas”, edição de Planaltina. Um abraço simbólico à região administrativa foi feito na praça da Paróquia São Sebastião, em frente à igreja matriz.

Um abraço simbólico à região administrativa foi feito na praça da Paróquia São Sebastião, em frente à igreja matriz, encerrando o “Jornada Zero Violência contra Mulheres e Meninas”, edição de Planaltina | Foto: Divulgação/Secretaria da Mulher

A jornada

Durante toda a semana, a equipe da Secretaria da Mulher apresentou às lideranças locais e às mulheres da comunidade todos os equipamentos disponíveis da rede de enfrentamento à violência de gênero do Governo do Distrito Federal.

A dona de casa Simone da Costa Fernandes, de 38 anos, fez parte desta jornada e ressalta a importância do programa: “Foi muito bom saber que temos onde procurar ajuda em situações de violência doméstica. Algumas mulheres não conhecem esses equipamentos, porque, às vezes, têm medo dos agressores, que as ameaçam para que se sintam coagidas e não consigam pedir socorro. Agora, que conheci todos os espaços, posso compartilhar a informação e incentivar outras mulheres a denunciarem”, comemora.

Homens, moradores e servidores da administração regional da cidade também participaram do programa. Em um encontro mediado pelo psicólogo Luiz Henrique Aguiar, coordenador do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam) da 102 Sul, eles falaram sobre masculinidade tóxica; a responsabilidade masculina quando o assunto é violência de gênero; além de discutir soluções para o machismo.

“Essa conversa é mais que uma conscientização, é uma maneira de nos sensibilizar e trazer mais compreensão entre os homens para a pauta da violência de gênero. Além de criar multiplicadores da informação e de gerar mais atitudes positivas”, destaca o professor Alisson Lopes, servidor da Secretaria do Trabalho, que fez questão de participar da conversa.

Além disso, a coordenação de ensino de Planaltina e representantes das escolas locais se reuniram com a equipe da Secretaria da Mulher para conhecer o Jornada Zero. O objetivo da conversa, conduzida pela psicóloga da Secretaria da Mulher, Iêda Santana, foi reforçar a importância do engajamento da comunidade no combate à violência de gênero.

A ideia é que as escolas sejam multiplicadoras de informações sobre a rede de apoio e de enfrentamento a este tipo de crime, além de orientar a comunidade sobre onde encontrar ajuda, denunciar e buscar ajuda.

“As crianças e os jovens passam muito tempo nas escolas, convivendo com os educadores. Assim, nós conseguimos perceber as mudanças de comportamento que podem indicar problemas em casa. É muito importante termos conhecimento dos equipamentos e de como encaminhar as famílias”, destaca a professora Dionísia Melo, assessora da Coordenação Regional de Ensino.


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