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Escalada de tensão na Ucrânia deve pautar conversa entre Biden e Putin

EUA reafirmará apoio à "soberania" ucraniana, enquanto Putin deve alertar sobre rejeição ao avanço da OTAN na região

Encontro entre Biden e Putin, em junho de 2021, em GenevaFoto: Peter Klaunzer - Pool/Keystone via Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, fará uma chamada com o presidente russo Vladimir Putin nesta terça-feira (7), em uma reunião que deverá ter consequências para os dois líderes em meio à escalada das tensões entre a Rússia e a Ucrânia.

De acordo com uma prévia da chamada da Casa Branca, “os líderes discutirão uma série de tópicos do relacionamento EUA-Rússia, incluindo estabilidade estratégica, questões cibernéticas e regionais.

Biden sublinhará as preocupações dos EUA com as atividades militares russas na fronteira com a Ucrânia e reafirmará o apoio dos Estados Unidos à soberania e à integridade territorial da Ucrânia”.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse na segunda-feira (6) que as conversas entre Biden e Putin ocorrerão em uma chamada de vídeo segura “a portas fechadas”.

“Não haverá transmissão ao vivo. Acho que mostraremos o início da reunião. O começo será transmitido, mas a reunião inteira será realizada a portas fechadas”, disse ele, segundo a agência de notícias estatal russa Tass.

“Acreditamos que será uma videoconferência suficientemente extensa e longa, realizada através de um canal de comunicação seguro. É esperado que seja bem longa”, acrescentou Peskov.

Os dois líderes participaram de uma cúpula em Genebra em junho passado. A última chamada conhecida publicamente de ambos foi realizada em julho.

Um dia antes da chamada Estados Unidos-Rússia, o Pentágono confirmou que continua a observar a “capacidade militar adicional” das forças russas ao longo da fronteira do país com a Ucrânia.

“O que continuamos a ver é o acréscimo de capacidades adicionais feitas pelo presidente Putin, uma capacidade militar adicional na parte ocidental de seu país e ao redor da Ucrânia”, disse o porta-voz do Pentágono, John Kirby.

A Rússia montou linhas de abastecimento, incluindo unidades médicas e de combustível, que poderiam sustentar um conflito prolongado caso Moscou escolhesse invadir a Ucrânia, disseram à CNN duas fontes familiarizadas com as últimas avaliações de inteligência.

E as recentes descobertas da inteligência americana estimam que a Rússia poderia iniciar uma ofensiva militar na Ucrânia em questão de meses, uma vez que acumula até 175.000 soldados ao longo da fronteira.

Nos últimos dias, as autoridades americanas ponderaram se deveriam emitir sanções de amplo alcance contra a Rússia, a fim de impedir Putin de lançar uma invasão na Ucrânia.

Elas seriam novas ações contra membros do círculo interno de Putin e contra produtores de energia russos, e uma potencial “opção nuclear”: desligar a Rússia do sistema de pagamento internacional SWIFT, utilizado por bancos em todo o mundo.

As autoridades disseram que não foram tomadas decisões finais sobre se e quando aplicar as novas sanções, e disseram que o governo Biden está atualmente conversando com parceiros europeus – muitos dos quais têm relações econômicas mais próximas com a Rússia – na esperança de coordenar ações.

A secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, disse durante uma coletiva de imprensa de segunda-feira que Biden “será claro – como temos transmitido publicamente – que temos preparado uma série de sanções econômicas ou opções econômicas que poderiam ter um impacto prejudicial sobre a economia russa”.

Um alto funcionário do governo disse na segunda-feira que os EUA estavam preparados para tomar “contramedidas econômicas substanciais” destinadas a infligir “danos econômicos significativos e severos à economia russa” caso Putin avançasse com uma escalada militar na Ucrânia.

Na semana passada, Putin afirmou que exigiria acordos específicos que excluíssem qualquer expansão adicional da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) para o leste e o posicionamento de seu armamento próximo às fronteiras da Rússia. Se Putin disser a Biden nesta terça que a OTAN não deve admitir a Ucrânia como membro – como ele deve fazer –, é pouco provável que Biden acesse a demanda.

Biden fez uma chamada com os aliados europeus na segunda-feira à noite para discutir “a preocupação comum com o acúmulo militar russo nas fronteiras da Ucrânia e a retórica cada vez mais dura da Rússia”, de acordo com uma declaração da Casa Branca.

Os líderes presentes na chamada, incluindo o presidente francês Emmanuel Macron, a chanceler alemã Angela Merkel, o primeiro-ministro italiano Mario Draghi e o primeiro-ministro britânico Boris Johnson, conclamaram à Rússia que diminua as tensões e expressaram apoio à soberania da Ucrânia.

A declaração da Casa Branca diz que os líderes “permanecerão em estreito contato, inclusive em consulta com os aliados da OTAN e parceiros da UE, sobre uma abordagem coordenada e abrangente”.

Um alto funcionário do governo disse esta semana que os EUA se engajaram em “discussões intensivas com nossos parceiros europeus sobre o que faríamos coletivamente no caso de uma grande escalada militar russa”.

O Secretário de Estado americano Antony Blinken falou com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na segunda-feira.

Um alto funcionário do governo também disse que Blinken falaria com Zelensky antes dessa reunião, e Biden contataria o líder ucraniano “nos dias seguintes à chamada” e teria “consultas de perto” com ele.

Os presidentes Joe Biden, dos Estados Unidos, e Vladimir Putin, da Rússia, se encontraram em 16 de junho, em Genebra, na Suíça | Crédito: Mikhail Svetlov/Getty Images

O presidente americano Barack Obama e o presidente da Rússia Dmitry Medvedev durante evento sobre segurança nuclear na Coreia do Sul, em 2012 | Crédito: Sasha Mordovets/Getty Images

O presidente americano Bill Clinton ri de piada de Boris Yeltsin durante evento em Nova York, em 1995 | Crédito: Wally McNamee/CORBIS/Corbis via Getty Images

Na Casa Branca, o líder soviético Mikhail Gorbachev e o presidente americano George HW Bush, em 1990 | Crédito: Ron Sachs/CNP/Getty Images

O presidente americano Ronald Reagan e o líder soviético Mikhail Gobachev, em Genebra, em 1985 | Crédito: David Hume Kennerly/Getty Images

O presidente dos EUA Gerald Ford e o premiê soviético Leonid Brezhnev, no Encontro de Vladvostok, em 1974 | Crédito: David Hume Kennerly/Getty Images

Brinde entre o líder soviético Leonid Brezhnev e o presidente americano Richard Nixon, em 1973 | Crédito: Bettmann/Getty Images

O líder soviétivo Alexei Kosygin e o presidente dos EUA, Lyndon Johnson, jantando juntos, em 1967 | Crédito: Bettmann/Getty Images

Winston Churchill, do Reino Unido, o presidente americano Franklin Roosevelt e o líder soviético Joseph Stalin, durante a Conferência de Yalta, em 1945 | Crédito: Bettmann/Getty Images

O líder soviético Joseph Stalin e o presidente americano Harry Truman, durante a Conferência de Potsdam, em 1945 | Crédito: Library of Congress/Corbis/VCG via Getty Images

*Com informações de Kevin Liptak, Natasha Bertrand, Ellie Kaufman, Jennifer Hansler, Zahra Ullah, Anna Chernova e Jim Sciutto, da CNN

FONTE: CNN| EDIÇÃO: REDAÇÃO GRUPO M4

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