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Levantamento, realizado pelo Instituto Opinião, por encomenda do advogado Jacques Veloso, é divulgado no mês em que se comemora a profissão, uma das mais procuradas no país. Dados serão apresentados para 150 convidados, em evento no próximo dia 9, na sede do escritório, no Lago Sul 
 
Brasília, 9 de agosto de 2022 - Uma pesquisa inédita, realizada pelo Instituto Opinião, por encomenda do advogado tributarista Jacques Veloso, da Veloso de Melo Advogados - um dos maiores escritórios da área em Brasília -, mapeou a realidade do profissional de advocacia no Distrito Federal, nas fases de pandemia e pós-pandemia.

A ideia foi traçar o perfil dos escritórios e dos advogados que atuam no DF, com todos os desafios impostos pela maior crise sanitária dos últimos tempos. Ouvindo 300 entrevistados brasilienses, o levantamento traz informações sobre o perfil do advogado que atua no DF; faixa de renda em nível local; áreas do Direito com maior demanda no DF; e principais desafios encontrados nos períodos de pandemia e, agora, de pós-pandemia. 

Para Jacques Veloso, olhar para estes dados, de forma panorâmica, permite ao mercado entender os pontos de acerto e de atenção para programar o futuro. “Alguns dados da pesquisa apontam para caminhos díspares do que entendemos ser o ideal. Mas também sinaliza grandes oportunidades, sobretudo, para quem está começando na carreira”, afirma.

Divulgada no mês em que se comemora o dia do advogado (dia 11 de agosto), como parte da programação alusiva à data, a pesquisa levou dois meses para ser concluída. Realizadas entre 6 e 15 de junho, as entrevistas foram sorteadas de uma base de dados representativa (300 profissionais) do universo de advogados do DF. A margem de erro é de 4,7% para extrapolação dos resultados; e o nível de confiança dos dados é de 95%.

Entre os principais dados apurados estão: 69% afirmaram atuar como advogados no âmbito do DF; 25% exercem outras ocupações profissionais (são servidores públicos ou estão aposentados); 73% atuam na área cível; e 75% atuam de forma autônoma.

Outro apontamento que chama a atenção diz respeito ao exercício da profissão. Dos que não atuam mais como advogados, 45,3% declararam ter mudado de atividade profissional; 19,8% tornou-se servidor público; 16,3% se aposentaram; 7% atualmente tem foco em estudos e concurso público; 3,5% mudaram por motivos de ordem pessoal; e 3,5% não se interessam mais pela profissão.

De acordo com o levantamento, 57,6% dos profissionais atuantes no mercado são do sexo masculino; e a maioria (21%) está na faixa de 31 a 35 anos. Quarenta e três por cento dos entrevistados têm entre seis e dez anos de carreira; e a maioria tem especialização nas áreas cível (42,9%), penal (21,7%) e trabalhista (13,6%).

Já a renda pessoal mensal de 22,4% gira em torno de R$ 14 mil, mas 32,10% ganham abaixo do piso de R$ 5.194,35, estabelecido pela OAB no DF.

Também chama a atenção no levantamento o número de advogados por escritório: 39,7 %, portanto a maioria, tem entre três e cinco profissionais, enquanto 20,6% têm até 2 advogados por escritório.

Entre as áreas com maior volume de profissionais atuando, destacam-se: Cível (com 74,9% dos entrevistados); Trabalhista (27,3%); e Penal (23,7%). A maioria também atua como autônomo (74,9%) enquanto apenas cerca de 23% dos advogados estão em escritórios ou jurídicos de empresas.





Quando perguntados sobre a utilização da tabela da OAB para balizar seus orçamentos, 65,9% dos entrevistados disseram fazer uso do parâmetro. No entanto, 23,9% informaram não usá-la; e 10,2% disseram usar apenas às vezes.

“Um dos dados revelados pela pesquisa, considerado preocupante, é que 32% dos entrevistados declaram, por exemplo, trabalhar com honorários abaixo do piso salarial”, afirma Jacques, que tem quase 30 anos de carreira.

Entre os desafios apontados pela categoria, destacam-se: preço/valores/honorários (19,4%); morosidade judiciária (14,7%); e atrasos de pagamentos e formas de pagamento (10%).

A boa notícia trazida pela sondagem é que 62,6% dos entrevistados, portanto a maioria neste quesito de percepção sobre o profissional e o ambiente de trabalho, têm uma imagem positiva da profissão, ainda que 32,3% entendo que a advocacia seja vista com desconfiança e falta de credibilidade. 

Os dados apurados serão trabalhados ao longo dos próximos meses nas redes sociais do escritório; e um evento para 150 profissionais convidados marcará a divulgação da pesquisa, no próximo dia 9 de agosto, na sede do escritório, do Lago Sul.

Sobre a Veloso de Melo Advogados - Um dos escritórios de advocacia mais respeitados do país, o Veloso de Melo Advogados tem 25 anos de experiência. Atualmente, atua nas áreas de Direito tributário, Direito Societário e Projeção Institucional. Tem como sócios Jacques Veloso, Tathiana Del Aguila, Kiko Omena e Sueny Almeida.
 
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