Para o presidente nacional do PSD, Caiado e o partido têm um projeto para o Brasil, que quebra a polarização

Kassab: “Não teremos nenhum constrangimento de apontar falhas do governo Bolsonaro e do governo Lula”
Redação Scriptum
O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, enfatizou nesta segunda-feira (30), no evento que oficializou a pré-candidatura do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, à presidência da República pelo partido, que a alternativa que o eleitor brasileiro deseja está posta. “Vamos mostrar que existe um partido e um candidato que apresentam um projeto para o Brasil, que não vão ficar preocupados em xingar um ou outro, mas sim mostrar os grandes problemas que o Brasil tem e que não foram resolvidos por quem já foi governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente Jair Bolsonaro”.
Segundo Kassab, as pesquisas mostram que o Brasil rejeita em sua grande maioria as propostas do petismo e do bolsonarismo. “40% dos brasileiros rejeitam a candidatura de Flávio Bolsonaro e 40% rejeitam a candidatura do presidente Lula”, disse. “Portanto, o Brasil quer uma alternativa e a candidatura de Ronaldo Caiado pelo PSD procura preencher esse espaço”. Ele destacou que “Caiado tem a melhor proposta, é honesto, é bem preparado, e com certeza as suas propostas vão levá-lo ao segundo turno para vencer e acabar com o ódio e a corrupção no Brasil”.
Os grandes desafios que o Brasil tem pela frente foram lembrados pelo presidente do PSD. “Precisamos de um governo que promova reformas, que proponha a implantação do voto distrital misto e o fim da reeleição, que faça uma reforma administrativa para cortar gastos, que combata a corrupção, que elimine estatais desnecessárias”, afirmou. “Essa será a proposta do Ronaldo Caiado, que já mostrou competência, eficiência, e vai apresentar em poucas semanas o seu plano de governo”.
Kassab destacou a dificuldade do processo de escolha do pré-candidato do partido, que envolveu os governadores do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, além de Caiado. “Foi uma escolha muito difícil porque são três governadores muito bem avaliados em seus Estados, mas esta escolha difícil foi um privilégio para o PSD”. Ele lembrou que a escolha entre Caiado e Leite – Ratinho Júnior retirou sua pré-candidatura por razões familiares – foi definida não só pelos resultados das pesquisas. “Nós acabamos nos definindo pelo Caiado, mas o Eduardo é um jovem muito bem preparado, que quer reformas para o Brasil, que quer fugir da polarização e que entende que o país tem saída”, afirmou. “Eu sou suspeito para falar do governador Eduardo Leite, mas vocês se lembram que em 2018 eu lancei o nome dele como candidato à presidência da República, e naquele momento ele já tinha todas as condições de ser candidato”.
“Não teremos nenhum constrangimento de apontar falhas do governo Bolsonaro e do governo Lula. Sem revanchismo, sem ódio, mostrar efetivamente os grandes problemas do Brasil. Essas duas alternativas já foram o governo e esses grandes problemas não foram resolvidos”.





