Flávio Hideo Mikami, empresário e CEO do 365 Coworking, explica como os espaços compartilhados deixaram de ser uma tendência e passaram a integrar a estratégia de empresas
A busca por maior eficiência financeira tem levado empresas de diferentes portes a abandonar os escritórios tradicionais e migrar para espaços de coworking. A mudança é impulsionada pela necessidade de reduzir custos operacionais, manter estruturas mais enxutas e oferecer maior flexibilidade às equipes, especialmente após a consolidação do trabalho híbrido. O que antes era uma alternativa associada a startups e profissionais autônomos hoje faz parte da estratégia de negócios de organizações que querem aumentar a competitividade sem abrir mão de infraestrutura e localização.
O movimento acompanha o crescimento do setor. O Brasil já reúne milhares de espaços de coworking em operação, e a procura continua em alta impulsionada por empresas que buscam contratos mais flexíveis e menor custo fixo. Além da economia com aluguel, condomínios, manutenção, mobiliário, internet e serviços administrativos, o modelo permite que as empresas ampliem ou reduzam suas operações de acordo com a demanda, sem os custos e a burocracia dos escritórios convencionais.
Para Flávio Hideo Mikami, empresário e CEO do 365 Coworking, o coworking deixou de representar apenas uma mudança no ambiente de trabalho para se tornar uma decisão estratégica de gestão. "As empresas perceberam que investir em grandes estruturas físicas nem sempre faz sentido. Hoje, o coworking é uma solução inteligente para reduzir despesas e direcionar recursos para aquilo que realmente gera crescimento”, afirma.
Além da redução de custos, os coworkings oferecem benefícios que fortalecem o desenvolvimento dos negócios, como ambientes colaborativos, oportunidades de networking, infraestrutura completa e escalabilidade para acompanhar o crescimento das empresas. Para Flávio Hideo Mikami, esses fatores consolidam o modelo como uma das principais tendências do mercado corporativo. "O futuro do trabalho passa por espaços mais flexíveis, conectados e eficientes. O coworking não é mais uma novidade, mas uma resposta concreta às necessidades das empresas que querem inovar, economizar e se manter competitivas.”






