A expressão “resultado” aparece repetidamente quando Zé Humberto descreve sua forma de administrar

Foto: Pedro Santos.
Na iniciativa privada, ele afirma ter desenvolvido um modelo que associava metas empresariais à participação dos funcionários nos resultados. O princípio, segundo o ex-secretário, era fazer com que cada integrante da equipe percebesse sua contribuição para o desempenho coletivo.
“As pessoas precisam se sentir úteis e participantes daquele resultado”, afirmou.
Zé Humberto diz que essa experiência ajudou a consolidar a imagem de gestor que procura executar projetos e entregar resultados concretos.
“Eu sou um cara de entregas. Minhas ações e minha força de trabalho têm que ter, no final, algo que justifique: resultado”, declarou.
Mas o ex-secretário associa desempenho também à capacidade de formar equipes. Para ele, projetos não avançam quando o gestor transforma a administração em uma iniciativa individual.
“Você tem que botar o ‘nós’ na frente de tudo”, disse.
Esse discurso acompanha Zé Humberto desde o setor empresarial até sua passagem pelo GDF. Na esfera pública, porém, ele reconhece que metas convivem com procedimentos legais, controle institucional, orçamento e uma burocracia que exige outra dinâmica decisória.
A combinação entre experiência empresarial e administração pública tornou-se um dos principais argumentos usados por ele ao explicar por que decidiu buscar, pela primeira vez, um mandato eletivo.
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