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Guilherme Augusto de Carvalho (*) A leitura é um hábito muito importante, porque abre a mente para o saber, além de proporcionar momentos de descontração, pois um livro pode ser tanto técnico quanto de literatura. Tenho o hábito da leitura, tanto para me divertir como para pesquisar ou estudar. Ao falar isso para os amigos e alunos, a maioria acredita que gasto muitas horas lendo ou mesmo que leio muito rápido. Conclusões estas que não são verdadeiras. Você vai se impressionar quando descobrir o quanto meia hora ou uma hora de leitura rendem em um ano. Ler e estudar não precisam ser tarefas árduas. É um hábito que pode partir de uma rotina simples, mas muito construtiva e poderosa. Basta tornar uma prática cotidiana. Atualmente, a leitura faz falta na minha rotina diária. Existe um estado sem esforço, um momento em que a prática se torna automática e é nesse ponto que você precisa chegar para conseguir seguir produzindo e realizando as coisas que precisa fazer. Primeiramente, é importante entender que não é a quantidade que ajudará você a conseguir executar algo com facilidade; sim, a constância, esse é o elemento primordial para que o hábito se consolide e a atividade seja inserida em sua vida. Por isso, delimite um horário e religiosamente aprenda a parar naquele momento para executar a sua atividade. O segundo ponto é entender que nem sempre temos vontade. Eu sou um professor de curso superior, sendo que a pesquisa faz parte da minha rotina acadêmica, como mencionei. Todos os anos produzo artigos e livros, que são resultados dessas pesquisas; sendo sincero, nem todos os dias eu tenho vontade de parar para estudar um livro acadêmico ou escrever um artigo, mas eu paro e executo a minha tarefa mesmo assim. O segredo está aí. Não espere ter vontade, apenas faça, execute e cumpra o horário que você determinou para os seus estudos e leitura. Você vai perceber que, mesmo sem vontade, ao parar e começar, você vai se animar e seguir realizando a tarefa com alegria. No começo, pode até não ter vontade, mas depois se anima e consegue seguir com empenho e criatividade. Após esses exercícios, a atividade vai ficando fácil, torna-se um hábito que faz parte da sua vida. É nesse estágio sem esforço que a ação termina por ser descomplicada, pois já se tornou uma tarefa incorporada em sua rotina. (*) Guilherme Augusto de Carvalho é mestrando em Filosofia, bacharel em Teologia, Especialista em Filosofia, Ciências da Religião e Ensino Religioso. Professor da área de Humanidades do Centro Universitário Internacional Uninter.
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