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O empresário Pablo Marçal e o ator Jorge Coutinho poderão nortear a cultura nacional, que pede socorro!


Artigo escrito pelo jornalista Walter Brito

É claro e notório que educação, saúde, segurança, política e corrupção, meio ambiente, desenvolvimento tecnológico, política externa, agricultura, empreendedorismo, entre outros, são temas obrigatórios no plano de governo para quem quer disputar a Presidência da República como o megaempresário goiano, radicado em São Paulo, Pablo Marçal (PROS/SP).

Contudo, a cultura, que é a referência de qualquer nação, também é prioridade, principalmente a nossa, que sempre foi tão forte e está em frangalhos com artistas passando fome Brasil afora. Convidamos para a entrevista em pauta o ator e produtor cultural Jorge Coutinho, filiado ao PROS do Rio de Janeiro, 87 anos de idade e 63 anos na defesa inconteste da cultura brasileira, 61 dos quais em parceria com o ator Milton Gonçalves, que se recupera em sua casa na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, quando há dois anos sofreu três AVCs.


Foto no primeiro lançamento do livro: 'Memórias de uma família negra brasileira', de autoria do jornalista e bacharel em Direito Walter Brito em 2006 no Teatro Nacional em Brasília. Da esquerda para a direita, os atores Cosme dos Santos, Jorge Coutinho e Milton Gonçalves. Em seguida, os saudosos pais do autor, Vespasiano (sentado ao lado do Milton) e Dejanira em pé, e o filho e jornalista Walter Brito


Perguntamos a Jorge Coutinho se vale a pena sua luta de mais de seis décadas a favor da cultura neste momento de nossa história, vendo os teatros, cinemas e casas de espetáculos fechadas. Embora com quase 90, o filiado do PROS foi rápido e contundente na resposta e contou mais história para consolidar sua resposta: "Fernando Pessoa disse que 'tudo vale a pena se a alma não é pequena'. A alma do povo brasileiro é grandiosa como é o nosso país! Eu em minha infância carreguei lata d'água na cabeça para ajudar minha mãe. Em minha juventude plena ganhei dinheiro como bombeiro eletricista no Copacabana Palace aqui no Rio, para pagar o meu curso de teatro no Tablado, sob a batuta de minha saudosa amiga Maria Clara Machado. Fui lançado no início de minha carreira artística pela também saudosa e gloriosa Elza Soares.


A parceria de 61 anos entre Jorge Coutinho e Milton Gonçalves foi interrompida quando Milton sofreu três AVCs e se encontra em tratamento em sua residência no Rio.


Logo saí pelo Brasil pregando a reforma agrária no Teatro, o que me custou um bom período de exílio na Argentina durante a ditadura militar. Ao voltar, protagonizei, ao lado da atriz Djenane Machado, o primeiro beijo inter-racial na novela Passos dos Ventos, de outra grande amiga que já se foi, a Janet Clair. Obviamente que para a tradicional alta sociedade brasileira, tratou-se de um escândalo à época, o que aconteceu no glorioso ano de 1967. Lembro-me que nos EUA, o primeiro beijo inter-racial só ocorreu em 1968. Portanto, a alma brasileira presente, e à frente.

Naquele período ainda sob o regime de força, ainda assim, permanecemos tendo alma grandiosa e continuamos audaciosos! Tive o prazer de ser presidente da Rádio Roquete Pinto, num tempo em que o rádio era o primeiro veículo do país, e o meu vice era simplesmente Mário Lago. 


O atual prefeito do Rio Eduardo Paes e o ator Jorge Coutinho se encontram no ensaio na Passarela do Samba, dias antes do último carnaval no Rio. No dia oficial do carnaval Coutinho desfilou pelo Salgueiro


Fiz dezenas de novelas e filmes como ator e com mais de 70 anos, quando trabalhei na novela Bicho do Mato, onde o meu personagem era o pai da Camila Pitanga, eu fui chamado pelo então presidente nacional do MDB e ex-governador de Goiás, Maguito Vilela para subir em um palanque na cidade de Flores de Goiás. Naquele momento beijei a bandeira do Brasil e agradeci centenas de crianças e jovens que gritavam o nome de meu personagem da novela que estava no ar, o que me deixou muito satisfeito, pois o povo brasileiro é alegre e feliz, apesar dos pesares!


Liza Minnelli e Jorge Coutinho curtem férias na capital maravilhosa, o Rio de Janeiro nos anos 70


Na produção cultural eu fui o diretor-geral do Teatro Opinião no Rio de Janeiro, quando surgiram para o grande público figuras simbólicas da cultura brasileira, como Cartola, Nelson Cavaquinho, Dona Ivone Lara, Clementina de Jesus, Zé Kéti, Clara Nunes, Conjunto Nosso Samba, Alcione, entre outros. Foi especial para minha trajetória ter produzido o Show: 'As Rosas Não Falam', tendo como intérprete a   Beth Carvalho.  Tive a satisfação de ter feito toda a produção da carreira do Cartola.

Por isso, meu caro jornalista Walter Brito, é claro que valeu a pena trabalhar pela cultura nos últimos 63 anos", arrematou Coutinho, que em sua juventude namorou uma das atrizes mais famosas de Hollywood nos EUA. Questionamos a Jorge sobre a famosa de Hollywood que foi sua noiva, ele tergiversou e preferiu contar que tem um filho formado em Administração em Manchester, no noroeste da Inglaterra,  que trabalha em uma grande empresa na Alemanha, e outro filho que é engenheiro eletrônico, também pós graduação fora do país e trabalha no Rio de Janeiro. Sobre Hollywwod, ele argumentou o seguinte: "Hollywood ainda é hoje o maior símbolo da produção de audiovisual do mundo, mas nunca fui convidado para trabalhar lá.


Foto da campanha na eleição para prefeito do Rio em 2020: a deputada Clarissa Garotinho e Jorge Coutinho na defesa do 90. O destino conduziu Coutinho novamente, e ao lado de outro jovem, o presidenciável Pablo Marçal Agora - 90

Por outro lado, eu enviei três filmes que eu e o Milton Gonçalves ajudamos a produzir sobre o Carnaval para a Nigéria, e estou em negociação para participar, aos 87 anos bem vividos, de um filme que será produzido pela Nollywood instalada na Nigéria na África, que é a segunda produtora de filmes do planeta Terra", argumentou o ator, que foi presidente do Sindicato dos Artistas do Rio de Janeiro - SATED por oito anos na última década. 


Jorge Coutinho e os amigos: Martinho da Vila, Milton Gonçalves e Carlinhos de Jesus

Pedimos para o contratado da Globo contar sua relação com a política nacional, ele sorriu e falou com firmeza e convicção: "Nos velhos tempos, ainda muito jovens, eu, o Milton Gonçalves e João Saldanha éramos formadores de opinião de muita gente que virou políticos importantes. Depois aprendi muito com o professor Darcy Ribeiro e com o doutor Ulysses Guimarães. Este me levou para o MDB no início de sua criação. Fiquei no partido desde a fundação até me filiar ao PROS em 2020, quando fui candidato a vice-prefeito do Rio, ao lado da deputada federal Clarissa Garotinho. O senador Álvaro Dias me convidou para o Podemos, onde passei poucos meses, até receber o convite do novo presidente nacional do PROS, o Marcus Holanda, que me foi apresentado por você, meu caro Walter Brito, pré-candidato a deputado pelo PROS de São Paulo. Estou muito feliz no partido, que tem um presidenciável arrojado, que é o jovem de 35 anos Pablo Marçal e certamente vamos conversar muito sobre a cultura, a ser inserida no seu plano de governo.

Quando eu soube da pré-candidatura do Pablo, que encaminhou milhares de jovens no mundo do empreendedorismo, eu virei menino de internet e fui conhecer o trabalho que ele já faz a favor dos jovens brasileiros. Lembrando, que em nosso Brasil existem milhares de desempregados e a maioria vivendo de favores de seu próximo. O Pablo quer criar milhares de empresas e eu estou com ele! Sou pré-candidato a deputado federal pelo PROS/RJ e no sábado dia 14, às 14 horas, eu estarei na Rua Araújo, 141 - República - Nobile Hotéis - São Paulo -SP, quando ocorrerá a inauguração da sede do PROS em São Paulo com a presença de nosso pré-candidato ao Palácio do Planalto, Pablo Marçal, AGORA - 90", concluiu o pré-candidato a deputado federal pelo Rio de Janeiro.
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